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grilinha

Aqui escrevo de tudo um pouco, principalmente, de tudo o que me vai na alma.

O meu outro Blog - de Culinária "A Cozinha da Grilinha"

.: Feliz Natal Amigo/a :.

* * Grilinha * *, 24.12.06

Devemo-nos lembrar que nunca estamos sós ....


Alguém, especial estará sempre ao nosso lado, seja lá onde estivermos .... pois estará no nosso coração.


A ti, agradeço do fundo do coração, por me concederes a tua amizade e carinho, estejas perto ou longe, real ou virtual .....


Não importa a distância nem o tempo, agradeço por te ter conhecido.


Feliz Natal Amigo/Amiga


(imagem da net)

.: Jantar de amigos IV :.

* * Grilinha * *, 26.11.06

Uma vez mais se reuniu o grupo de amigos.


A história já a contei noutros posts mas aqui fica um resumo.


A Grilinha, O Rui, O João e o Zé são alguns dos colegas de faculdade que formaram um grupo de trabalho ao longo dos anos. As respectivas familias fazem parte do seu esforço e sucesso.


Não esquecendo o Ramalho o Paulo Reis e o Milheiro que completavam este grupo que se esforçava noites a fio e fins-de-semana para levar a bom termo um sonho - O Curso de Gestão.


Como podem reparar a Grilinha era a única mulher do grupo e a mais velha.


A maior parte do grupo juntou-se em 1990/91 e a partir daí já tivemos vários casamentos e baptizados aos quais ninguém falta.


Em 2005 o Rui e a Fátima inauguraram a casa nova.


Estivemos lá.

 

 


Há cerca de dois meses estivemos lá novamente.

 

 

 

 

 

Este fim de semana o jantar foi na casa da Grilinha.

Boa comida feita por mim e muita alegria nestes encontros.

Uma boa noticia envolveu a noite.

A familia do João e da Cristina vai crescer em 2007 com a chegada do primeiro filho.

 

 

 

Mimaram-me com estes lindos bouquets de flores e chocolates deliciosos.

 

 

 

Como sei que são curiosos aqui fica a ementa.

- Requeijão com broa, camarões á Grilinha e queijos vários.

- Arroz de tamboril com gambas.

- Leitão da bairrada

- Espetadas de ananás, pessego e banana com chocolate quente

- Bolo de canela


Foi uma noite muito agradável que se prolongou até madrugada.


O JP ficou incumbido de marcar um fim de semana turistico para o grupo ainda no mês de Dezembro.


Aos amigos não se agradece mas eu não posso deixar de lhes agradecer por serem meus AMIGOS.

.: Um café, dois dedos de conversa ... :.

* * Grilinha * *, 20.11.06

O café foi o pretexto para um mini-encontro.


Uma esplanada do C C Vasco da Gama foi o espaço escolhido para acolher 4 bloguistas durante um par de horas e uma boa conversa.


As gaivotas, os pardais, o café e o bom tempo fizeram-nos companhia.

Um almoço ficou agendado para o início de 2007.


Á net_gata , á Bitu  e ao Jão Melo  o meu muito obrigada pelos agradáveis momentos que me têm proporcionado na internet e em especial este momento real.

Antes de regressar a casa ainda houve tempo para passar pela feira de artesanato da gare do oriente para adquirir uns pacotes de chá e umas vaquinhas mealheiro muito engraçadas.

 

.: Almoço Adegueiro :.

* * Grilinha * *, 29.05.06

No passado Sábado (27 de Maio) realizou-se mais um almoço Adegueiro.

Desta vez apenas compareceram algumas Adegueiras depois de "marca/desmarca/remarca e torna a marcar" durante quase 2 meses.

 

Os homens nestas coisas são sempre o "elo mais fraco", pois mesmo não o querendo admitir, estão mais dependentes da família do que as mulheres ah e tal!! ... depois eu digo!! .... logo se vê!! .... talvez possa mas ....!!  ... vou falar lá em casa!!.... tsss tssss

 

Lá partimos em 2 grupos (Lisboa e Porto) em direcção à cidade dos estudantes.

De Lisboa por volta das 08:55 seguimos no comboio que serviu de "cama" aos jovens que tinham estado na noite anterior no Super Rock e no Rock in Rio.

(passe o rato por cima das fotos para ler a descrição)

Partida na Linha 5

Uma das vacas "Cow Parade" na estação de Sta Apolónia

A passagem pelo Entroncamento sem "fenómenos"

Passagem pelo Entroncamento - sem fenómenos

A Chegada a Coimbra e o seu magnífico rio Mondego

O Rio Mondego

 

Á chegada a Coimbra já nos esperavam as Adegueiras vindas do Norte.

O calor apertava e havia que chegar o mais rapidamente possível ao Alfredo (Restaurante) para sentar à mesa num espaço acolhedor e fresco.

A Cataplana de mariscos regada com Aveleda fresco.

Cataplana de Mariscos seguida de uma Picanha deliciosa

Os crepes D. Inês (crepe, doce de ovos e natas)

Crepe D. Inês (crepe, doce de ovos e natas)

 

Era bom mas ...acabou-se!!

era bom mas acabou-se !!

Depois do almoço veio a hora da distribuição de lembranças que a Mizé nos trouxe.

A mim coube-me uma linda menina com uns óculos a condizer.

A "Madre" a "Empregadita" e a "Alanys" tb tinham as suas "sósias"

as sósias da Alanys, da Madre, da Grilinha e da Empregadita

o almoço

o almoço

o alambique á entrada do restaurante

O sol apertava e o Ricky (marido da Madre) achou melhor comprar um boné para se proteger dos 36 graus ás 15:00 horas

 

a loja de artigos regionais

 

A passagem pelo Portugal dos Pequenitos

Portugal dos Pequenitos

Lá vão todos pela sombra que o sol queimava mesmo!!

"vai p'la sombra que está sol"

Sentadas na escada do Convento de Santa Clara - a Nova a "Madre" pedia ao "SENHOR" para não mandar mais calor 

A Madre desesperada pedia: "Senhor, abram a porta do Convento que com este calor nao aguento!!"

O Mosteiro de Santa Clara de Coimbra foi fundado nos finais do sec XIII surge num contexto de novos ideais de religiosidade e fé (ideais de pobreza e humildade da "forma de vida" clarissa.

D. Mor Dias depois de muitos contratempos por parte dos Monges de Sta Cruz lá conseguiu mandar erguer o Mosteiro.

Os Monges assim viam "fugir de sua posse" os bens que D. Mor Dias lhes tinha doado e que agora utilizava na construção do Mosteiro.

D. Mor Dias morre antes da conclusão do Mosteiro e é Santa Isabel da Hungria ( tia-avó) da rainha D. Isabel de Aragão que acaba por mandar terminar a obra.

 

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

 

As cheias originadas pela subida das águas do Mondego tornaram-se recorrentes  e, com o passar das décadas, a água transformou-se numa presença constante até se tornar impeditiva.

A princípio, as monjas contornaram este problema fazendo sucessivos alteamentos dos pisos até que em 1616 mandam construir um piso intermédio ao longo das naves da igreja e do coro.

É neste piso superior que o Bispo D. João de Castelo Branco mandou construir um elegante arco destinado a albergar um precioso túmulo em prata que concebeu para a rainha Santa.

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

Claustro Fontanário do século XVI

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

Sepultura da Madre Abadessa Margarida á entrada do Mosteiro

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

Concebido num estilo gótico de transição este Mosteiro é composto por três naves na igreja, que era separada do coro por uma grade por se tratar de um mosteiro feminino que não permitia ás monjas o contacto com os outros fiéis que estavam na missa.

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

 

Á saída do Mosteiro ficou o convite por parte da guia, para voltarmos daqui a 2 anos já com as obras mais avançadas e com o Museu aberto.

Mosteiro de Santa Clara - A - Velha (Coimbra)

 

Já de regresso ao centro da cidade, imperava deitar fora as garrafas (vazias) de água que nos tinham saciado a sede depois do sol abrasador que quase nos destilou.

A "Empregadita" olhou para o saco da "Mizé" e achou que:

- Quem leva uma, leva duas ou até três garrafas.

o saco da Mizé

Em direcção á Igreja de Santa Cruz para refrescar um pouco e descansar da caminhada até á hora da partida.

Coimbra

calçada Portuguesa

 

A meio da calçada ouve-se um som familiar.

É claro que ao olhar para as fotos que se seguem todos os Adegueiros saberão do que falo e de quem falo.

O nosso querido "Sir_Peca" foi de imediato lembrado por ter uma "gaita-Australiana" igual a estas e por ter aprendido a tocar.

Fica aqui um pequeno apontamento:

Não há Adegueira nenhuma (ou quase) que já não tenha tocado na gaita Australiana do Peca.

Eu sei que não é fácil fazer sair som de um objecto daqueles (carcomido pelas formigas e trabalhado pelos indígenas)

gaita Australiana  gaita Australiana

 

Ao chegar ao largo da igreja deparamo-nos com um arraial, rancho folclórico e bancas com delícia atrás de delícia.

Percorram as próximas fotos que fazem crescer água na boca.

 

Festa de Sta Clara

Festa de Sta Clara

 

Igreja de Santa Cruz

Igreja de Sta Clara

Igreja de Sta Clara

Coimbra

 

No café "Santa Cruz" que fica paredes-meias (com passagem directa) para a Igreja, bebeu-se um café especial.

Um copo com cubos de gelo e uma rodela de limão que é regado com um café quente.

A bebida é refrescante e energética.

Eu optei pelo sumo de laranja natural mas com uma vontadinha de me atirar aos copos da "Mizé" e da "Empregadita" ali mesmo á minha frente.

café com gelo e limão

tecto do "Café Sta Cruz" junto á Igreja

tabela de preços

 

Á saída do café deparamo-nos com um cabeleireiro que faz corte "ao masculino"

barbearia

 

As pataniscas de bacalhau, os jaquinzinhos fritos e os carapaus de escabeche com broa e caldo verde.

Comida Regional

 

A tapeçaria regional

tapeçaria

 

Os doces regionais. O pão-de-ló de Sta Clara, os sonhos de abóbora e as filhós

Doces

 

Ala que se faz tarde em direcção á estação carregadas com doces, pão regional e algumas lembranças para mais tarde recordar.

o regresso

No comboio que faz a ligação entre Coimbra A e Coimbra B.

O Alfa chegou uns minutos depois e a Grilinha, a Madre, o Ricky e a Mizé seguiram rumo a Lisboa enquanto a Alanys e a Empregadita aguardavam o Alfa em sentido contrário, com destino ao Porto.

Beijos e abraços na despedida com a promeça de um novo encontro pois este já estava a deixar saudades.

o regresso (Coimbra A até Coimbra B)

 

Ficaram no ar as promessas de um novo encontro ainda em 2006, lá para as bandas do Porto, com um passeio muito especial sugerido há dias por umas fotos de um mail Adegueiro.

Para saber mais pormenores passe por aqui

.: Inauguração do Blog da Adega :.

grilinha, 14.01.06
Aproveito esta oportunidade para cumprir o que já prometi por diversas vezes.:
- explicar como se formou o grupo “Os Adegueiros”.

Seja_bem_vindo.jpg “Adegueiro" é um termo pelo qual nos auto-definimos, enquanto amigos e frequentadores da Adega! cujo lema é "Seja bem-vindo quem vier por bem"
São "Adegueiros" aqueles que, até à data, souberam interpretar com correcção, respeito e também muito humor, o espaço um dia criado, a que chamámos Adeg@.
Não foi um título, atribuído num dia certo e por entidade ou patente creditada, mas sim o seu comportamento e presença continuados que, seguindo naturalmente o "Espírito" da criação da Adeg@, a preencheram e mantiveram viva e activa ao longo dos anos, que os tornou "Adegueiros".

adegueiros.jpg Os Adegueiros começaram a formar-se há cerca de 7 anos no fórum Culinária do sapo.
Todos, apreciadores de boa comida e melhor bebida, rapidamente sentiram que havia ali algo que os aproximava. Foram entrando novos participantes e ao fim de poucos dias já não passavam sem lá voltar.

Devido a alterações estruturais na Sapo.pt a “Culinária” passou a estar integrada no fórum mulher.pt e foi-nos concedido um fórum independente, dedicado aos Adegueiros.
Assim nasceu o fórum “Adega” e a amizade dos “Adegueiros”.
praxe.jpg A admissão a Adegueiro obrigava o caloiro a submeter-se á praxe do “batatame” que consistia em descascar o mais rapidamente e melhor possível uma saca de batatas virtuais com um corta-unhas virtual.
Como devem calcular há várias estórias inesquecíveis de diversos “batatames”.
Há ainda a referir o vinho da casa “O Marrazes” que nasceu dos versos do Milénio corria o ano de 2000.

Estava eu aqui de volta,
Deste tintol de Marrazes,
Quando dei pelos versos,
Que tão alegre nos trazes!


Mas vou deixar de beber disto,
É pomada pr'arrasar!
Vê lá que em vez d'uma,
Já vejo a... TRIPLICAR! (hiiicc!!!)
....................
(autor: Milénio)


Rapidamente este grupo de net-amigos passou do virtual ao real.
Sempre que possivel realiza-se o “encontro-real de Adegueiros”. Dias inesquecíveis cheios de boa disposição, boa comida e bom vinho.
As famílias passaram a fazer parte integrante do grupo; maridos, mulheres e filhos, que já não faltam aos encontros.
Sempre que possível, realizamos almoços ou jantares para grupos mais restritos e até fins de semana culturais. Inesquecível o fim de semana em Castro Verde onde se reuniram mais de 20 pessoas.

Com o passar do tempo e o mau serviço (lentidão) prestado pela Sapo.pt o grupo viu-se obrigado a abandonar os fóruns e a ter um domínio privado.
É claro que é pago! mas prestam-nos um bom serviço. Aí guardamos as nossas memórias (textos, fotos, receitas, etc) e comunicamos diariamente através de mail de grupo.
Esta foi a melhor opção para que o grupo não se perdesse, apenas com o senão de estar fechado a novos elementos, o que não acontecia na Adega que é um fórum público.

Actualmente o grupo é composto pelos seguintes Adegueiros: (nicks virtuais)
Zona Norte: Alanys, flor_de_Lotus, Empregadita, Agac, Dulce
Zona Centro: Lebasi, Viriato, Milenio, Rosa, Cdias, Yaka, ZéPinho,
Zona Lisboa e Margem Sul: Madre, Alvega, Grilinha, SoniaSevilha, Filó, Mizé, Velhotita, Kisanje, Moscatel, DragãoBranco, Carlitos, Sir_Peca, Phyllis2001, Sofia, Daisy,

“Para quem considera serem limitadas as hipóteses de se fazer @migos na Net,… desengane-se!!! Daqui saiu um grupo coeso, não só de @migos, mas também… de Amigos! (frase da autoria do Milénio)

(ainda estamos em obras)

.... já agora participe, pois precisamos de gente nova e animada para ajudar a manter as pipas e as garrafas limpas ..... não esquecendo as travessas de pasteis de bacalhau e peixinhos-da-horta que estão sempre ao dispor em cima do balcão.
Os animais de estimação "Tonico-Jerico" e "Farrusco" (um burro e um cão) gostam muito de conviver e estão sempre bem dispostos.

Vá até á Adega, participe e aproveite que o marrazes e os pasteis de bacalhau são por conta da casa.

.: Almoço Adegueiro ... "os Adegueiros" :.

grilinha, 13.02.05
Realizou-se no passado Sábado dia 12 um mini-encontro de Adegueiros para dar as boas vindas ao Alberto (Alvega) que regressou da comissão de serviço na Bósnia..
Aproveito esta oportunidade para cumprir o que já prometi por diversas vezes.:
- explicar como se formou o grupo "Os Adegueiros".

Sejabenvindo.jpg "Adegueiro" é um termo pelo qual nos auto-definimos, enquanto amigos e frequentadores da Adega! cujo lema é "Seja bem-vindo quem vier por bem"
São "Adegueiros" aqueles que, até à data, souberam interpretar com correcção, respeito e também muito humor, o espaço um dia criado, a que chamámos Adeg@.


adegueiros.jpg

Estava eu aqui de volta,
Deste tintol de Marrazes,
Quando dei pelos versos,
Que tão alegre nos trazes!


Mas vou deixar de beber disto,
É pomada pr'arrasar!
Vê lá que em vez d'uma,
Já vejo a... TRIPLICAR! (hiiicc!!!)
....................
(autor: Milénio)




- Com o passar do tempo e o mau serviço (lentidão) prestado pela Sapo.pt o grupo viu-se obrigado a abandonar os fóruns e ter um domínio privado.
É claro que é pago! mas prestam-nos um bom serviço. Aí guardamos as nossas memórias (textos, fotos, receitas, etc) e comunicamos diariamente com mais de 25 Adegueiros através de mail privado.
Esta foi a melhor opção para que o grupo não se perdesse, apenas com o senão de estar fechado a novos elementos, o que não acontecia na Adega que é um fórum público.

Actualmente o grupo é composto pelos seguintes Adegueiros: (nicks virtuais)
Zona Norte: Alanys, Lotus, Empregadita, Agac, Dulce
Zona Centro: Lebasi, Viriato, Milenio, Rosa, Cdias, Yaka, ZéPinho,
Zona Lisboa e Margem Sul: Madre, Alvega, Grilinha, SoniaSevilha, Filó, Mizé, Velhotita, Kisanje, Moscatel, DragãoBranco, Carlitos, Sir_Peca, Phyllis2001, Carolina, Daisy,

escadamaedagua.jpgPara quem considera serem limitadas as hipóteses de se fazer @migos na Net,  desengane-se!!! Daqui saiu um grupo coeso, não só de @migos, mas também… de Amigos! (frase da autoria do Milénio)

O mini-encontro de ontem reuniu um pequeno grupo que se deliciou com um saboroso almoço, conversa animada e um passeio até á “Mãe d’água”.
Durante o almoço não foram esquecidos os Adegueiros que não poderam estar presentes (alguns mandaram sms)..
Os mais valentes subiram a escadaria até ao topo da “Mãe d’água” num piscar de olhos mas a velhotita e eu chegámos lá ao cimo a deitar os “bofes pela boca” ..... nada que um pouco de repouso e o desfrutar da agradável vista sobre Lisboa e o Tejo não fizesse acalmar as acelerações cardíacas.

maedagua1.jpg

O Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras faz parte do Aqueduto das Águas Livres, construído para receber as águas por ele encaminhadas. O projecto é do arquitecto húngaro Carlos Mardel, que concebeu um edifício de grande sobriedade. No interior encontra-se a cascata e a Arca d’Água, com uma capacidade para 5500 m3 de água.

maedagua2.jpg

Ligada à Mãe d’Água surge a Casa do Registo, o local onde se registavam os caudais de água que partiam através de galerias subterrâneas para os chafarizes e casas nobres da cidade

A tarde já ia longa e eis que chega a hora das despedidas, com a promessa de que um novo encontro se realizará brevemente, com surpresas.

peixinhosdahorta.jpg Se quer conhecer melhor este grupo
passe por aqui e viaje pela história Adegueira .... já agora participe, pois continuam lá alguns Adegueiros da velha guarda e novos frequentadores bem animados que mantêm as pipas e as garrafas limpas ..... não esquecendo as travessas de pasteis de bacalhau e peixinhos-da-horta que estão sempre ao dispor em cima do balcão.

.: Vale a pena lutar :.

grilinha, 18.01.05
Eu sei que vale a pena lutar mas há dias que temos a impressão de que chegamos ao fim do caminho.

Olhamos para a frente e não vemos nem uma saída.
Não há uma luz no fim do túnel e não há também nenhuma possibilidade de voltar.

Parece que todos os nossos projectos e objectivos foram levados para bem distante.
Estamos sem condições de torná-los realidade, de alcançá-los.

Parece mesmo que o Outono da nossa existência fez com que secasse as nossas esperanças, e o vento forte do Inverno veio para varrer das nossas mãos todos os nossos sonhos.

Sentimo-nos perdidos, não sabemos que rumo tomar.
Ficamos atónitos, sem nenhuma acção ou reacção.
Sentimo-nos como árvore ressecada, sem folhas, sem brilho, sem vontade de viver.
É a desesperança.

De repente, como acontece com a natureza, a Primavera vem e muda toda a paisagem.
- As árvores secas enchem-se de frutos verdes e ficam cobertas de folhas e flores.
- O tom acinzentado dá lugar às cores vivas e tonalidades mil.
- É a Esperança.
- Tudo na Natureza volta a sorrir.
- A relva verde fica bordada de flores de variados matizes.
- As borboletas bailam no ar.
- Os pássaros brindam-nos com as suas sinfonias harmoniosas.

Tudo é vida.

Agradeço o carinho e apoio a todos os que por aqui passaram e deixaram o seu comentário no .:Desalento...dor...sofrimento...:.
Obrigada:
Docerebelde - - Vanessa
O Turista - - Maria Papoila
Ana - - Condor
Micas - - Agostinho
Peter - - Luis Milhano
Heloisa - - Panpanisca
Pinguim - - Ventor
Saltapocinhas - - Azorboy
Isabel - - Patinhas
Carlos - - Princesa
baby girl - - Thita
Siri - - Quim (Lobo)
b - - menina marota
sonhadores - - formiguinha_atómica
Alanys - - Carlos - - Paulinha
Manuel - - Livia
Animaleja

.: dois poemas oferecidos por um amigo :.

grilinha, 02.12.04
Agradeço ao meu amigo forista e bloguista sherpas que me dedicou estes poemas no fórum Adega - do Sapo (30 de Novembro de 2004) …que as dores passadas…estejam esquecidas, que o futuro seja risonho, Grilinha!!!... …dor profunda, surda, sentida, partilhada, gritante, interior, muda, dor de tudo, dor de nada, junção de tristeza passada com vivências presentes, dor sofrida, acumulada, pelos que estão, pelos ausentes, sofrimento que se sente, cá no fundo, no íntimo, por mim, por ti, por toda a gente, pelo grande, pelo médio, pelo ínfimo, mas que dor avassaladora, tão tremenda, desgarrada, que não grita, que não chora, por tanta coisa, por nada, uma dor, um sentimento, um recôndito da alma, uma hecatombe de momento, uma ferida que não se cala, que nos tem já dominado, no físico, no abstracto, virtualmente esfarrapados, como… dor, de facto, um pormenor… na vida, bem negativo, por sinal, nesta curta vida, assumida, tanto no bem, como no mal, dor profunda… surda, gritante, interior… muda!!!... …Sherpas!!!... (2 de Dezembro de 2004) …sem mote, sem tema…ao sabor da pena, Grilinha!!!... …poema sem mote, sem tema, grupo de palavras bonitas, frases desconexas, sem esquema, fonemas sonantes, escritas, imagens reflexas, complexas, fluxos em cascata corrente, oratória difícil… solvente, na boca do poeta pensante, no pensar de gente distante, diferente do humano corrente, igual, porque também é gente, gente que troca… embeleza o que, nos outros, se visiona com simples olhar de humano que não pensa, que não sonha, que não escreve… imagina, que não aponta o que introverte, que não ofusca, que… atina, que não mergulha no que verte, no que sofre, no que aprecia, no que, à sua volta, existe na triste dor, na pura alegria, no que vê, no que assiste, no que faz, sem esquema, sem mote, sem tema, no que se sente, como poema, sonante… confuso fonema, reflexo de imagens complexas, interligadas… desconexas!!!... Com um abraço do Sherpas

.: Fim de Semana 25 e 26 Setembro :.

grilinha, 26.09.04

 

O Fim de Semana começou no Sábado bem cedo, com um passeio familiar até Pombal para assistir e participar (filho) numa corrida de Karts e num almoço convívio seguido de um passeio pela região. (fotos? ... ahhh fotos !!! .... não há!!! .... a máquina ficou em casa).

 

Regressados a Lisboa (já noitinha) havia que descansar, pois no dia seguinte o passeio era a pé por Lisboa, onde decorreu este fim de semana, visitas guiadas ás ruínas romanas na Rua da Prata/Rua da Conceição..

 

Domingo cedo preparar o almoço para a família e em seguida rumar até á Baixa de Lisboa. Chegada á R: da Prata por volta das 13.30 H já a fila dava a volta na R: da Conceição e seguia até ao 1º quarteirão da R: dos Correeiros (previsão de entrada 2 horas+/-).

 

Havia que aguardar pela chegada do grupo de bloguistas que vinha de uma outra visita guiada á Assembleia da República. A Formiguinha com a Pinguim mais a Siri e uma Brasileira, amiga da Formiguinha (divertídissima que nos fez passar as 2 horas na fila num piscar de olhos).

Rua da Conceição/Eléctrico 28

Entrada para as ruínas

 

Foi na sequência do terramoto de 1755, durante o período de reconstrução da cidade, que surgiram pela primeira vez noticias da descoberta de um vasto conjunto de Galerias Romanas.



 

A incipiente noção de património levaria a que apenas uma lápide encontrada no local fosse salvaguardada. A estrutura viria a servir de alicerce aos edifícios pombalinos. A arquitectura e as técnicas de construção destas Galerias sugerem ser um monumento da época do Imperador Augusto (finais do séc. I a.c.-inicio do séc. I d.C.), contemporâneo de outros edifícios da cidade romana de Olisipo. Desde a sua descoberta as Galerias foram alvo de diversas interpretações quanto á sua função original. Se, numa primeira fase, os estudiosos pensavam tratar-se de um conjunto termal, as teses mais recentes são unânimes em identificá-las como sendo um criptopórtico.

 

Os criptopórticos constituíram uma solução arquitectónica adoptada com alguma frequência pelos romanos, especialmente em terrenos de topografia irregular, permitindo, deste modo, a criação de uma plataforma artificial que servia de apoio á construção de grandes edifícios, normalmente públicos.

 

Desconhecemos ainda, qual a construção que estaria sobreposta a este criptopórtico, mas hipóteses recentes indicam poder tratar-se de uma estrutura ligada à zona portuária.

 

Actualmente só é possível o acesso a apenas 1/4 da totalidade do monumento. A área visitável é constituída por uma rede de galerias ortogonais de diferentes alturas. Destacam-se os arcos em pedra com aparelho almofadado, típico da época imperial romana. Nas abóbadas podem-se tb observar várias aberturas circulares: serviram como bocas de poço pois, a partir de data que se desconhece, a água invadiu o recinto e este passou a ser utilizado como cisterna, até ao séc. XIX.

 

De regresso á superfície, subimos a Rua Augusta até ao Rossio (eram 16.25 H conforme a foto demonstra)

 

Terminou por aqui o passeio ficando a promessa de que outros se seguirão

 

PS: Mais reportagens e fotos (brevemente) nos blogs Formiguinha , Pinguim e Siri