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* * * Grilinha * * *

Aqui escrevo de tudo um pouco, principalmente, de tudo o que me vai na alma.

* * * Grilinha * * *

Aqui escrevo de tudo um pouco, principalmente, de tudo o que me vai na alma.

O meu outro Blog - de Culinária
"A Cozinha da Grilinha"


1, 2, 3 ... 50

Perante o fenómeno da blogosfera acabei por ser mais uma "blogueira assumida". Mensagem após mensagem e eis que chega a meia centena.

Não sabia muito bem o que colocar nesta mensagem ... "um resumo dos 4 meses de bloguices?" ..... "fazer apenas uma referência ao facto?" .......

Decidi aproveitar esta mensagem para agradecer a todos os que por este blog têm passado e continuam a passar diariamente deixando os seus comentários. Nestes 4 meses posso dizer que enriqueci o meu grupo de "amigos virtuais", sem os quais, não passo um dia que não visite e coloque um comentário.

Obrigada bloguistas

.: Bom Fim de Semana :.

É Sábado e hoje vou dedicar-me a arrumar a arca dos bordados (organizar as caixinhas das linhas, escolher o quadrilé, as toalhas, naperons e babetes, os individuais, os panos de loiça etc etc

Como muitos de vocês já sabem, adoro bordar (ponto cruz)

visite a homepage

Este hobbie já vem desde os meus 15 anos mas voltei a tomar-lhe o gosto de há uns anos para cá. Parei recentemente durante uns meses; por motivos de saúde da minha mãe, depois foi as obras em casa (ficou linda a minha casa ... toda renovada) e o blog é claro !!!

Agora vou voltar ás agulhas e ás linhas   .... mas não me esquecerei de vir aqui todos os dias para visitar os quintais e quintas dos amigos bloguistas

Visite o blog

.: Saudade :.

Numa outra vida qualquer, devo ter feito algo de muito grave, para sentir tanta Saudade...

 

Entalar um dedo na porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói.

Um estalo, um soco, um pontapé , doem. Dói bater com a cabeça na quina da mesa. 

Dói morder a língua, dói cólica e pedra nos rins.

Mas o que mais dói é a Saudade.

 

Saudade de alguém que mora longe,

Saudade de uma praia de infância,

Saudade do pai/mãe que morreu,

Saudade de um lugar (acolá lá, lá ali, acolá além...)

Saudade de nós mesmos, que o tempo não perdoa.

Doem estas saudades todas.

 

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.

Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença.

Saudade é basicamente não saber.

 

Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos,

Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento,

Não saber como parar as lágrimas diante de uma música,

Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

É não saber se ela/ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...

Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.

 

Saudade é o que eu senti enquanto escrevia,

E o que você provavelmente sentirá depois que acabar de ler.

 

Saudade .......... Saudade ........... Saudade .......

.: o Hugo ... a Lidia ... e a Marta :.

Além da  que já tem um post só para ela, tenho mais 3 sobrinhos que tb merecem estar em destaque aqui no blog da tia.

 é o meu sobrinho mais velho (da idade da minha filha - 22)

Um autentico "pão" .... alto, louro, olhos azuis, jogador de basketball ....... calma meninas que o rapaz já é comprometido.

A  (da idade do meu filho - 20) é uma lutadora. Estuda e trabalha. Uma menina excepcional que se esforça para atingir os seus objectivos.

Este post é especialmente para ela que acabou de comprar o seu PC depois de muito trabalho e sacrifício a fazer economias.

é a minha sobrinha mais nova. Traquina e brincalhona como todas as meninas com 6 anos de idade.

.: A Vida é Bela :.

Todos os homens podem, e devem, em qualquer circunstância, considerar que a vida é bela e viver de acordo com isso. Ninguém tem motivos para a considerar desprovida de nobreza e grandiosidade. A dor e as contrariedades sempre fizeram parte da vida dos homens, e nem por isso eles deixaram de a amar.

Mas acontece que nesta vida se sofre realmente, e que - ao contrário do que antigamente sucedia - aqueles que sofrem são agora muitas vezes abandonados pelos outros, e têm de viver sozinhos com a sua dor. À qual se acrescenta, então, a dor enorme da solidão.

Sempre houve doentes e anciãos, mas antigamente eram considerados um tesouro. Agora não passam de um estorvo... E é só por isso que hoje se fala em eutanásia, quando no passado havia apenas o suicídio: o suicídio é uma decisão pessoal; a eutanásia acabará por ser uma imposição da sociedade

Há em muitas cabeças uma noção da vida que é chocantemente pobre, desagradavelmente rasteira, tristemente vazia. Consiste em olhar para a vida de uma forma utilitária, com base numa concepção egoísta e em critérios apenas económicos: se uma vida não é útil - se não é produtiva, se não proporciona todo o prazer - então não tem razão de ser. Pode eliminar-se, como se elimina um automóvel velho ou sem conserto, um par de sapatos rotos, uma camisola demasiadas vezes remendada.

E nem sequer é nas pessoas muito doentes, ou nos idosos que estão perto da morte, que essa mentalidade é frequente. Não. É nos outros, nos que estão convencidos de que ainda vão ficar aqui muito tempo e se acham no direito de construir uma sociedade com regras que lhes parecem mais perfeitas do que as da natureza, livres de quaisquer critérios e valores que não sejam os económicos e os do bem estar.

A grande questão da eutanásia não consiste em se cada pessoa pode, ou não, ter a liberdade de escolher o seu destino. E também não reside em se uma pessoa pode pedir a outra que a mate.

É ainda pior do que isso: a questão está em que o triunfo desta visão utilitária da vida levaria - como, de resto, já está a suceder na Holanda - à eliminação de pessoas que, não querendo elas mesmas acabar com a vida, são consideradas inúteis por uma sociedade que se tornou materialista (a decisão é transferida para os médicos e para os familiares, e para os parlamentos, que muitas vezes estão ansiosos por se verem livres de um fardo).

Assim é que desaparece realmente a liberdade de escolher o próprio destino, e as pessoas se tornam em objectos à mercê dos interesses económicos e dos falsos critérios de utilidade social.

É muito fácil aproveitar-se da extrema debilidade - física e emocional - de um doente terminal. Até para o convencer das presumíveis vantagens de uma "morte doce".

Muito mais fácil do que proporcionar-lhe todo o apoio e carinho de que necessita para levar a vida até ao fim - sem desistir - e morrer com verdadeira dignidade.

A dor é também uma falsa questão. A medicina sabe tirar a dor, e o resto... aguenta-se. O pior é a solidão e o abandono. Isso é que é difícil de suportar. E tem uma solução bem simples... Bastaria que todos os que estão à volta do doente olhassem para aquela vida - para a vida - sem egoísmo.

(Paulo Geraldo)

.: Vox Pop :.


Ajudem a minha filhota na tarefa de completar o seguinte Vox Pop. A ideia é ter respostas espontâneas....não vale pesquisar!!! 


1 - O que é para si a Europraxis ??


2 - Se lhe disser que é uma Empresa. Que tipo de empresa é ?


Responda nos comentários.


Obrigada pela colaboração

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