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* * * Grilinha * * *

Aqui escrevo de tudo um pouco, principalmente, de tudo o que me vai na alma.

* * * Grilinha * * *

Aqui escrevo de tudo um pouco, principalmente, de tudo o que me vai na alma.

O meu outro Blog - de Culinária
"A Cozinha da Grilinha"


.: dois poemas oferecidos por um amigo :.

Agradeço ao meu amigo forista e bloguista sherpas que me dedicou estes poemas no fórum Adega - do Sapo (30 de Novembro de 2004) …que as dores passadas…estejam esquecidas, que o futuro seja risonho, Grilinha!!!... …dor profunda, surda, sentida, partilhada, gritante, interior, muda, dor de tudo, dor de nada, junção de tristeza passada com vivências presentes, dor sofrida, acumulada, pelos que estão, pelos ausentes, sofrimento que se sente, cá no fundo, no íntimo, por mim, por ti, por toda a gente, pelo grande, pelo médio, pelo ínfimo, mas que dor avassaladora, tão tremenda, desgarrada, que não grita, que não chora, por tanta coisa, por nada, uma dor, um sentimento, um recôndito da alma, uma hecatombe de momento, uma ferida que não se cala, que nos tem já dominado, no físico, no abstracto, virtualmente esfarrapados, como… dor, de facto, um pormenor… na vida, bem negativo, por sinal, nesta curta vida, assumida, tanto no bem, como no mal, dor profunda… surda, gritante, interior… muda!!!... …Sherpas!!!... (2 de Dezembro de 2004) …sem mote, sem tema…ao sabor da pena, Grilinha!!!... …poema sem mote, sem tema, grupo de palavras bonitas, frases desconexas, sem esquema, fonemas sonantes, escritas, imagens reflexas, complexas, fluxos em cascata corrente, oratória difícil… solvente, na boca do poeta pensante, no pensar de gente distante, diferente do humano corrente, igual, porque também é gente, gente que troca… embeleza o que, nos outros, se visiona com simples olhar de humano que não pensa, que não sonha, que não escreve… imagina, que não aponta o que introverte, que não ofusca, que… atina, que não mergulha no que verte, no que sofre, no que aprecia, no que, à sua volta, existe na triste dor, na pura alegria, no que vê, no que assiste, no que faz, sem esquema, sem mote, sem tema, no que se sente, como poema, sonante… confuso fonema, reflexo de imagens complexas, interligadas… desconexas!!!... Com um abraço do Sherpas

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