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* * * Grilinha * * *

Aqui escrevo de tudo um pouco, principalmente, de tudo o que me vai na alma.

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O meu outro Blog - de Culinária
"A Cozinha da Grilinha"


.: Cinquenta e .... dois :.

Envelhecer é inevitável e faz parte do crescimento natural e contínuo da vida.

 

Neste processo evolutivo acontecem momentos de abrandamento aos quais lhes chamamos “etapas/crises”.

 

Ao longo da vida as “etapas/crises”, pequenas ou grandes, traumáticas ou naturais, sucedem-se e encaixam-se num crescente de aprendizagem e saber.

 
Crise da puberdade – se tive nem me lembro!!

Crise da adolescência – lembro-me que dei algumas (bastantes) dores de cabeça à minha mãe

Crise dos 20 – nem sei se a tive porque foi a melhor fase da minha vida (casamento e filhos)

Crise dos 30 – uhmmm ...... bem ..... ai ai ..... nem sei por onde começar pois só me lembro que a cada dia que passava parecia que o Mundo ía ser meu (família e carreira de vento em popa).

Crise dos 40 – chegou aos 40 e 20 dias tipo, bomba atómica (quem quiser saber mais basta clicar ali na Tag saúde)

Crise dos 50 – saltou definitivamente para a crise dos 70 (robe, pantufas e sofá)


 

Segundo dizem os entendidos, já ultrapassei a “etapa/crise” da meia-idade (40-50), a fase da consciência do próprio envelhecimento e da existência de limites da vida que coincide com a “etapa/crise” das hormonas.

 

Já realizei muitos dos meus sonhos (família, filhos, carreira).

Os meus pais já se foram e os filhos já trilham pelo seu próprio pé os caminhos da independência.

 
Deparo-me agora com o factor tempo ou falta dele.

- “ter tempo para isto ou para aquilo” , “ recuperar o tempo perdido!!”

 

A minha relação com o “tempo” não está a ser nada fácil e os cabelos brancos, as rugas e a débil condição física são a prova disso.

 

Será sempre uma incógnita saber quando atingimos a “meia-idade”

- Quem é que sabe onde fica o meio-da-idade??
 
Os 52 anos chegaram hoje e o futuro a Deus pertence.
 
Deixei de dizer: - Amanhã eu vou ou Depois de amanhã eu faço

Passei a dizer: - Hoje não consigo, talvez amanhã lá vá .... (mas sempre acreditando que chego lá - ao amanhã)

 

Obrigada por me visitarem e pela paciência em me lerem.

 

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